Como conquistar mercado com lingeries? Conheça o case de Regina Reis

Sabemos que infelizmente, no Brasil, a educação não é prioridade e muito menos valorizada como deveria. Foi por isso que Regina Reis, empreendedora natural de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, começou a empreender. Para complementar sua renda como professora do ensino fundamental II (ciclo que contempla alunos da 5ª à 9ª série), ela vendia lingeries. “Mas quando conheci melhor o mercado e as necessidades do universo feminino, meu marido e eu decidimos investir nossas economias para a aquisição de um ponto físico”, conta.

Para impulsionar o negócio, a dupla investiu então em linhas para noite. Outro grande diferencial da empreitada foi a escolha do ponto de vendas. “Nossas vitrines começaram a despertar a atenção das clientes que passavam pela calçada. Como estávamos próximos a uma igreja católica, muitas noivinhas iam marcar o casamento e acabavam ficando encantadas com a nossa vitrine. Muitas delas começaram a comprar peças na Kalliente Lingerie para compor o enxoval para a noite de núpcias”, lembra.

regina auê

Mais do que ter um bom ponto de vendas, é essencial ainda investir em inovação. Por isso, além das lingeries, Regina e o marido apostaram no chá de lingerie como nova tendência de descontração das noivas antes do casamento, evento este que já estava tomando o lugar do tradicional chá de cozinha. “Devido à demanda e a pedido das noivas, que não tinham tempo para organizar o seu chá de lingerie, a Kalliente foi se aprimorando no segmento de eventos e hoje aliamos a gastronomia com o entretenimento, tudo isso em um único espaço definido pelas noivas. Contamos com uma equipe bem diversificada, desde a cake designer a personal sex trainner (uma profissional que ministra uma palestra de autoestima, beleza e sensualidade feminina ensina à noiva e suas convidadas a arte da sedução). Fazemos a festa noiva personalizada de acordo com as cores definidas por elas”.

Outro ponto fundamental para garantir o sucesso da Kalliente é garantir a excelência no atendimento. Regina afirma que as “noivinhas” não se preocupam com nada no processo de organização dos chás e que atender as expectativas das clientes deve ser a prioridade do negócio. “Como trabalhamos com sonhos e realizações, nosso atendimento consiste em ouvir as expectativas de cada noiva para a ocasião e, com base em cada uma, montamos o cardápio e sugerimos o entretenimento mais adequado para a noiva e suas convidadas”.

O trabalho tem dado certo. Ao longo da trajetória da Kalliente, Regina já organizou cerca de 400 eventos. Mas a empreendedora, hoje sediada em São Caetano do Sul, também na Grande SP, almeja dobrar o número de chás de lingeries realizados nos próximos cinco anos.

Conheça a loja virtual da Regina em: www.kallientelingerie.com.br.

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About Camila Silva

Jornalista especialista em contar histórias de superação. Feminista, sonha em criar um mundo mais igualitário e justo para as mulheres por meio da informação. Além do Voa, Maria, está à frente da Maria Comunica, agência de comunicação pautada por resultados e relacionamento.