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Empreendedora investe em pesquisa de mercado e inaugura pizzaria e sorveteria em Teresina

A combinação entre necessidade e oportunidade marcou o início da trajetória empreendedora de Neura Carmem Vieira. Em 2000, com o apoio da mãe — que já atuava no ramo de lanches e sorvetes e dispunha de um imóvel —, ela abriu uma pizzaria no bairro Dirceu Arcoverde I, em Teresina. A empresa, que mais tarde incorporou a produção de sorvetes, consolidou-se ao apostar em inovação e capacitação contínua.

Segundo Neura Carmem, à época havia poucas pizzarias na região, o que indicava uma demanda a ser explorada. Ainda assim, o sucesso do negócio não se deu apenas pelo contexto favorável. “Busquei ajuda por meio de cursos. No início, eu mesma exercia várias funções, como pizzaiola, atendente e caixa. Com o crescimento, fui ampliando o espaço da pizzaria”, relata.

Ao longo desse processo, a empreendedora também se especializou na produção de sorvetes, aproveitando a experiência e os equipamentos já disponíveis com a mãe. Com o passar dos anos, o negócio evoluiu e passou a operar com produção própria e estrutura física própria.

Atualmente, a Nossa Casa Pizzas & Sorvetes se destaca pela produção 100% local, pelo atendimento presencial e pelo serviço de delivery. Um dos diferenciais da empresa é a oferta de produtos voltados a públicos com restrições alimentares. “Inovamos ao incluir opções como sorbet, que não leva leite, e queijo vegetal, pensado para pessoas alérgicas ou intolerantes à lactose”, explica Neura Carmem.

Sempre atenta a novas informações, a empreendedora conta que conheceu o Programa ALI – Agentes Locais de Inovação ao assistir a um programa de televisão local. A partir daí, procurou o Sebrae em Teresina em busca de orientação. “Decidi ir atrás desse projeto”, afirma.

Neura Carmem participou de consultorias e integrou o programa, que contribuiu para a melhoria da produtividade e para a implementação de inovações no negócio, aléem de outras capacitações.

Ao avaliar a trajetória da empresa, a empreendedora considera que os primeiros anos foram marcados por crescimento consistente. Para o futuro, as expectativas seguem positivas. “Quero que a Nossa Casa seja autossustentável, com uma gestão baseada em metas e construída em conjunto com os colaboradores”, conclui.

*Com informações da Agência Sebrae.

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